Umha nova mobilizaçom defenderá a sanidade pública ante o processo de privatizaçom iniciado polo governo popular com os projectos de novos hospitais, financiados por empresas privadas, em Vigo e Pontevedra. Desta volta, é a plataforma contra a privatizaçom da sanidade da área sanitária de Ponte Vedra a que convoca umha manifestaçom, na sexta 16 de abril às 20 horas, desde a Praça da Ferraria da cidade do Leres.

Membros da plataforma lembrarom que a Xunta decidiu privatizar grande parte da construçom e a gestom de certos serviços, o que implicará o deterioro da qualidade assitencial, o encarecemento da sanidade sanitária e a degradaçom das condiçons laborais do pessoal, em único benefício de um conglomerado de grandes empresas. Tal e como se tem insistido ao longo de dúcias de actos nas últimas semanas, a decisom de construír um novo hospital representa um esbanjamento dos mais de 60 milhons de euros que já se investiram em Montecelo, ante a previsom da sua ampliaçom. A Conselharia de Sanidade preferiu anular os acordos assinados e impulsar um novo projecto sem mais justificaçom que umha orientaçom política concreta: entregar um opulento negócio às empresas privadas.

Ofensiva neoliberal

Nada de novo tem este novo intento de privatizaçom, inserido na ofensiva neoliberal que nom se detém nem ante a crise. O sistema de financiamento PFI, que agora o governo de Feijóo apresenta como a panaceia, já foi experimentado em outros países com funestos resultados: Inglaterra, Madrid e Valéncia som bos exemplos que sofrerom as conseqüências, como se reflicte na análise que publicamos há uns meses.

No nosso país, fora o ex conselheiro José Manuel Romay -novo gerente do PP espanhol- o que dera os primeiros passos ao implantar um sistema de fundaçons privadas que geriam hospitais nas comarcas da Barbança, o Salnês, a Costa da Morte e Monterrei. Estas fundaçons representarom durante anos um auténtico buraco negro na financiaçom do sistema sanitário galego, tal e como tem reconhezido o Conselho de Contas. O governo bipartito dissolveu-nas, mas o retorno do PP ao governo autonómico repressenta agora umha nova ameaça de maior dimensom, contra a que devemos oponher umha intensa mobilizaçom social.

Ligazóns:

>[Análise] Paremos as privatizaçons na sanidade!

>Razons para manifestar-se o 16 de abril